quarta-feira, 24 de setembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
quinta-feira, 4 de setembro de 2008

terça-feira, 26 de agosto de 2008
Programação A[fe]tivações no 4º
Sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Um evento do quarto período
Psi/Ufes.
Para ativar os afetos
.
8:30h às 9h – Inscrições
9h às 9:30h – Apresentação do Evento
9:30h às 10:30 – Mesa 1
Y A educação e seus nós, a Universidade e nós por Michell de Menezes
Y Interface Arte/Educação: Caratografando uma atividade autopoiética por Ivana Carneiro
10:30h às 10:45h – Esquete
Y “Maria e a atendente” de Milson Henriques por Giovana Valiati e Roberta Rangel
– Vídeo
– In(ter)venções
10:45h às 11:45h – Mesa 2
Y Nietzsche: um trajeto de leitura por Aline Travaglia
Y A crueldade em Antonin Artaud: O resgate de um teatro mágico por Cristiane Bremenkamp
11:45h às 12h – Expressão corporal por Nathália Carvalho
– Esquete
Y “Zizi e Antonieta” por Bruna Fardin e Tais Alves
– In(ter)venções
12h às 14h – Almoço
14h às 14:15h – Apresentação Musical
Y Lorena Padilha, ao violino
Y Thalita Calmon, cantando
14:15h às 15:15h – Mesa 3
Y Repressão Sexual por Camila Lubiana
Y Budismo e Psicologia por Yuri Moreira, Rafael Valencio e Victor Johne Pacheco
15:15h às 15:30h – Vídeo
– Esquete
Y “Ele, somente ele” por Vivianni Barcellos
- In(ter)venções
15:30h às 16:30h - Mesa 4
Y Teoria x Fenômeno por Breno Volpini
Y Uma leitura do Prefácio da 7ª Edição de “Matéria e Memória” de Henri Bergson por Lidiane Reis
16:30h às 16:45h – Esquete
Y “O seguro” por Tiago de Sousa e Rafael Valencio
16:45h às 17:15h – Mesa 5
Y Poesia e Subjetivação por Tiago de Sousa
Y Alfa Beta Ação: O devir-cantador e uma cartografia das singularidades musicais por José Anezio Fernandes do Vale
17:45h às 18h - Vídeo: Foucault no banheiro
– In(ter)venções
18h - Coffee Breakquarta-feira, 16 de julho de 2008
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Reunião do CALPsi - 07/07
.Avisos importantes
.Planejamento da recepção dos alunos do 2008/2
.Planejamento de eventos nesse final de período
=*
terça-feira, 10 de junho de 2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008
SE JOGA BONITA- ACREDITA NA FOTO!!!!

SEGUINDO A TRADIÇÃO POLÍTICA DA PSI, DA QUAL FAÇO PARTE E APOIO...(INTEGRAÇÃO, MOVIMENTAÇÃO, ATÉ O CHÃO!)
GOSTARIA DE CONVIDAR VOCÊS PARA MEU ANIVERSÁRIO
SINTAM-SE TODOS CONVIDADOS SERÁ UM PRAZER RECEBE-LOS.
POR FAVOR QUEM FOR ME MANDA CONFIRMAÇÃO PELO KURT PRA EU CALCULAR QUANTO DE BIFE VOU COMPRAR.
E VAMO ACABAAAAAAAAAAAAAAAAAAR COM A BOATE!
FERVER ATÉ VIRAR CROCRÉTI...
segunda-feira, 2 de junho de 2008
SEXO
É forte. É jovem. A ardente labareda do sexo corre por suas artérias em sacudidas elétricas. O gozo já foi descoberto e o atrai como a coisa mais simples e maravilhosa que lhe teriam mostrado. Antes o ensinaram a esconder a imundície do baixo-ventre e seu rosto de criança se enrugou numa interrogação inconsciente. Depois o primeiro amigo lhe revelou o segredo. E o prazer solitário foi corrompendo a pureza da alma e lhe abrindo gozos até então desconhecidos.
Já passou porém aquele tempo.
Agora, forte e jovem, busca um objeto em quem esvaziar sua taça de saúde. É um animal e a vida deve dar-lhe a fêmea em quem se complete, aumentando-se.
Por isso procura. A irmã cresceu como ele; é forte e poderosa; a juventude já lhe faz ânforas do peito e os olhos que guardam o desejo. Mas ela é irmã e uma lei castiga o amor dos dois.
Porém há mais mulheres. As ruas levam centenas de fêmeas inquietas e vigorosas e o homem busca de novo. Mas descobre que a entrega de uma dessas mulheres traz uma coisa divertida e extraordinária: a “desonra” da que quis, como ele, gozando um prazer para o qual a natureza lhe deu um órgão.
Então, o homem jovem, que é honrado, aprende a conhecer a moralidade hipócrita que foi inventada para impedir a plena eclosão de suas propensões físicas.
Contudo, sempre busca. E há a casa do prazer. Mas o homem, que é puro, reduz sua necessidade natural e despreza, compadecendo-se, a máquina que lhe há de dar prazer a tanto por hora. E então o homem forte e jovem sente uma onda de raiva contra os estúpidos que fizeram o marco quadrado e rígido em que deve manter sua vida. Despreza e odeia a lei que lhe vai dando no rosto uma chibatada por cada tentativa de seu ser. Fazem como larvas escuras nos recantos ocultos, sente desejo de voltar sua raiva sobre os que lhe deram o desejo ancestral que, como um gancho enorme, o amarra à vida. E deixa de ser puro e quer comprar o amor.
Porém é pobre. E pensa que o prazer e tudo o que fizeram sobre a terra, incluía a própria terra, é para os que são donos de tudo e obrigam, a ele, fardo de desejos naturais, a ser um móvel grudado no ouro dos outros.
(Pablo Neruda)
Postado por T. Sousa - 3º Período